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Campanha Nacional “Pare Pense e Mude”

 
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) do Ministério das Cidades lançou  e o Simulado Detran apóia - a Campanha Nacional “Pare Pense e Mude”.
 
O objetivo é contribuir para a reflexão sobre a necessidade da redução do número de acidentes nas estradas. Todos os anos, aproximadamente 40 mil pessoas perdem a vida em ruas e estradas brasileiras.
 
A ideia é provocar a indução à mudança de comportamento, a fim de transformar os motoristas em sujeitos de ações positivas no trânsito.
 
Dentro desta campanha, em parceria com o DNIT/Ministério dos Transportes, o Ministério das Cidades oferecerá uma ferramenta de serviço aos viajantes na internet. Por meio do endereço www.rotasdascidades.com.br, o internauta poderá aferir a rota apropriada para sua viagem, além de conferir, em toda a extensão, as condições das rodovias federais no percurso.
 

Para obter todas as Peças Publicitárias da Campanha Nacional "Pare e Pense" clique aqui.

Habilitação do ator Caio Castro é apreendida em blitz da Lei Seca

Ator global se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi multado em R$ 957


O ator Caio Castro, de 21 anos, teve sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida no último domingo (28) em uma blitz da Lei Seca na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

De acordo com a Secretaria de Governo do Estado do Rio, ele dirigia uma BMW pela Avenida Embaixador Abelardo Bueno quando foi abordado por fiscais na altura do Hospital Perinatal.

Caio Castro havia saído do evento UFC Rio e se recusou a fazer o teste do bafômetro, após ser orientado pelos agentes da blitz. Como o ator apresentou um motorista habilitado, seu carro não foi apreendido.

A CNH dele, no entanto, foi retida por um período de cinco dias. Caio Castro ainda foi multado em R$ 957,70, perdeu sete pontos na carteira e terá que responder a um processo administrativo no Departamento de Trânsito (Detran).

fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br

Sinalização para pedestre é precária na periferia de SP

Se na região central o pedestre tem a preferência, na periferia, ele parece estar esquecido. Em grandes avenidas de bairros no extremo das zonas norte, sul e leste, a sinalização de trânsito que privilegia quem anda a pé não existe ou tem falhas.
Na avenida Deputado Cantídio Sampaio, na zona norte, por exemplo, a maioria das faixas de pedestre está apagada.

Na altura do número 1.200, tal falha impossibilita a travessia segura. No local, há um cruzamento, com semáforo para os veículos.

Com a faixa apagada, o motorista que sai da rua Felipe Vieira para entrar na Cantídio não dá preferência ao pedestre na conversão. Na mesma avenida, há trechos de até 1 km sem faixa.

Também na zona norte, um trecho da avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na altura do 8.300, tem faixa, mas não tem semáforo.


'Avenidas receberão melhorias'
A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que já tem projeto para revitalizar ou implantar sinalização horizontal (faixas) e vertical (placas e semáforo) na avenida Deputado Cantídio Sampaio, em trechos da avenida Raimundo Pereira de Magalhães e na avenida Guapira, todas na zona norte da capital.

Sobre os demais locais visitados pela reportagem, a companhia disse que a conscientização de motoristas e pedestres é a principal ferramenta para aumentar o respeito e melhorar a convivência.

A CET afirmou ainda que fará uma vistoria na avenida Guarapiranga para avaliar a necessidade de implantação de um semáforo no trecho citado na reportagem.

Segundo o órgão, entre o segundo semestre de 2010 e agosto de 2011, já foram pintadas 10.400 faixas de pedestres em toda a capital.

Ontem, o secretário municipal dos Transportes, Marcelo Branco, disse que a fiscalização das normas do pedestre será ampliada para toda a cidade até o final de setembro.

Antes, a CET pretende triplicar o número de agentes educativos envolvidos na campanha de 300 para mil.

fonte: http://www.agora.uol.com.br

LOCADORAS de veículos preferem condutor com mais de 2 anos de habilitação

Muitos jovens ao completar 18 anos, têm como prioridade obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que para adquiri-la devem passar por várias aulas e exames, para que se verifique se o candidato está ou não apto a conduzir um veículo. Mas mesmo com a CNH em aos, é difícil para o jovem consegui locar um veículo.

“Em princípio não há impedimento algum para pessoas com pouco tempo de emissão de CNH façam locação de automóveis. Entretanto, na prática, por uma questão de negociação com empresas de seguro, e principalmente, avaliação do perfil do condutor, a maioria das locadoras que participam do portal CarroAluguel.com não permite que o negócio seja fechado”, afirma o diretor do portal, Antonio Campos.

Isso se explica, em parte, pelos altos índices de acidentes envolvendo jovens de 18 a 24 anos, principalmente os homens. “Quando o usuário faz seguro de seu carro particular, muitos detalhes contam na hora de definir o valor a ser pago. Um dos principais é a idade. Na locação de veículos não é diferente, uma vez que todos os carros saem segurados do pátio das locadoras”, explicou, Campos.
fonte: www.carroaluguel.com

Motoristas traumatizados no divã

Eles são habilitados, têm carros à disposição, além de vontade gigantesca e necessidade de dirigir. Mas um trauma ou medo fazem inúmeras mulheres e poucos homens procurarem ajuda psicológica para quebrar a barreira invisível do pânico ao volante.
No mercado, as técnicas de ajuda são as mais variadas possíveis, e vão da hipnose às tradicionais aulas complementares em autoescolas. São necessários atenção e cuidado na hora da escolha dos profissionais, além da disposição para arcar com até R$ 425 mensais.
Quem investiu tempo e recursos nesse tipo de terapia diz que valeu a pena. Os motoristas traumatizados sofrem com o simples ato de pensar em dirigir. Os sintomas mais comuns são palpitação, suor excessivo, tremedeira e até diarreia. A maioria desiste e fica anos sem conduzir ou chegar perto do banco do motorista.

Nesses casos, o menos recomendado, no caso das mulheres, é pedir a ajuda dos maridos e companheiros, que podem aumentar ainda mais a angústia de quem tenta dirigir e não consegue. As clínicas oferecem até terapia em grupo, consultas semanais com profissional da área, além de aula prática com um acompanhante terapêutico.
"Essas pessoas precisam passar por tratamento. Não quer dizer que são doentes, mas é indispensável orientação que será muito útil não apenas na hora de dirigir, mas em toda vida", explicou a psicóloga Cintia de Carvalho Tatiyama, proprietária de clínica em São Bernardo.

A autônoma Raquel Aparecida Caldeira, 32 anos, decidiu encarar o tratamento. Sonhava em ter a liberdade de pegar o carro do seu pai e sair para passear sem depender de ninguém após conseguir a habilitação. Aos 29, foi até a autoescola, fez as aulas práticas, mas saiu de lá completamente travada. "Fiquei em pânico ao assistir a vídeos de acidentes exibidos no curso teórico. Só pensava que aquilo poderia acontecer comigo, não sei como consegui passar no exame prático", relembrou. "Já consigo sair e dirigir. Logo, logo vou passar por cima deste problema e seguir minha vida."
Instrutor há seis anos, Clovis Verissimo Matos, 55, se dedica a ajudar mulheres como Raquel a conquistar a independência ao volante. "Elas são ansiosas. Quando percebem que quem controla o carro são elas mesmas, é um passo muito grande. É como se o mistério fosse desvendado. E elas passam a encarar o processo com mais tranquilidade", explicou o profissional.

Mulheres buscam liberdade de ir e vir
O máximo que autônoma Raquel Aparecida Caldeira, 32 anos, conseguia fazer era entrar na garagem, abrir o veículo, virar a chave e ficar trocando as marchas com o carro parado. Ela passou os últimos três anos desta maneira, sem conseguir realizar o que mais queria. "Não saía de jeito nenhum", contou. Atualmente, a autônoma tem ajuda de psicólogos e condutor especializado.
O tratamento ainda está no começo, mas ela já quebrou a primeira barreira: mesmo que devagar e acompanhada por um instrutor, consegue dirigir pelas ruas calmas de um condomínio em São Caetano. A fase ainda é a de conhecimento do veículo. Depois, vai passar a pilotar em ruas mais movimentadas, para, em seguida, obter alta.

O acompanhamento especializado dura de três a dez meses. "A maioria chega aqui em pânico, com medo, considera o carro um monstro que só vai causar tragédias. Os motivos são os mais diferentes possíveis. No primeiro momento identificamos e buscamos mostrar um caminho mais tranquilo", explicou a psicóloga Érica Teixeira, que atua em clínica de São Bernardo.

A analista fiscal Flavia Regina, 38, é habilitada há mais de dez anos, mas nunca pegou no volante depois de passar no exame prático. Ela se sentia incapaz e não havia quem pudesse ajudá-la na família e no círculo de amigos. Decidida a mudar de vida e cansada de andar e de sofrer com o transporte público, estabeleceu a meta: comprar um automóvel e colocar ponto final no medo de dirigir. "Não dá mais, coloquei na cabeça que vou superar, estou até pesquisando o valor do seguro e do meu carrinho", contou.

SEPARAÇÃO
Há quem necessite de tratamentos mais breves, em que algumas aulas com acompanhamento especializado são suficientes para driblar o medo de dirigir. São indicados para pessoas que se sentem inseguras com a violência do trânsito e querem orientações práticas de como lidar no dia a dia. É também requisitado por mulheres em busca de independência e autonomia, seja porque o marido está doente, faleceu ou se divorciou. "Quem entra aqui está atrás de mudança de vida. Dirigir é uma dessas saídas", explicou a psicóloga Érica.

"Depois de uma separação, já foi o tempo de ir ao salão de beleza e mudar o visual. Agora é hora de perder o medo de dirigir e não depender de ninguém para sair e se divertir", disse uma empresária de 30 anos, que pediu para não ser identificada.

Sem paciência, maridos dificultam aprendizado
Se uma mulher não dirige, normalmente o marido ou companheiro tem alguma relação com o problema. Motoristas com medo de dirigir e os especialistas afirmam que homens têm parcela de responsabilidade neste tipo de trauma.
Falta de paciência, gritos e a insegurança dos próprios parceiros são as causas mais comuns para a motorista não conseguir sair do lugar, mesmo sendo habilitada e capacitada. "Os maridos atrapalham muito, principalmente por causa das críticas. Alguns ficam com ciúmes e chegam a esconder a chave do carro", contou a psicóloga especialista em fobia de trânsito Érica Teixeira.

Esse foi a caso da vendedora Marizete Araujo, 46 anos. Cansada de pedir para o marido ajudá-la, decidiu depois de uma briga aprender a dirigir. Matriculou-se em uma autoescola, fez o curso completo, tirou a habilitação. Ao sair com o carro do marido pela primeira vez, subiu na calcada e foi xingada por ele.

"Parecia o fim da minha curta vida de motorista", contou. Atualmente ela decidiu buscar o treinamento em uma clínica em Santo André. "Quando estiver apta vou pegar o carro e fazer as minhas próprias coisas", disse.

Multa para motorista que desrespeitar pedestre em SP começa no dia 8

A partir de 8 de agosto os motoristas que desrespeitarem a prioridade dos pedestres serão multados pela CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) na região central de São Paulo e da avenida Paulista.

Os infratores serão enquadrados em punições que podem alcançar multa de R$ 191,54.

Em maio, a CET iniciou o Programa de Proteção ao Pedestre, cujo objetivo é reduzir entre 40% e 50% atropelamentos e mortes de pedestres até 2012. Foram 7.007 atropelamento em 2010, com 630 mortes.

Há duas semanas atrás o programa passou a funcionar também nos arredores de dez estações de metrô de São Paulo e em dois corredores de ônibus --Nove de Julho e Francisco Matarazzo. Antes ele era restrito ao centro e à região da avenida Paulista.

Nas regiões da campanha, a sinalização é intensificada e monitores ajudam a garantir a prioridade do pedestre.

Pelo código de trânsito de 1998, deixar de dar preferência ao pedestre na faixa é infração gravíssima --multa de R$ 191,54. Se a pessoa estiver atravessando uma rua transversal em relação ao veículo, a multa é de R$ 127,69.





A Folha antecipou que a prefeitura pretende estender o projeto, ainda em julho, a outros três corredores --Ibirapuera, Jabaquara e Consolação, no trecho entre o centro e a avenida Paulista.

Moradores de albergues estão sendo capacitados para trabalhar no programa.

Segundo a prefeitura, na primeira área da campanha foi registrada redução de 69% nos atropelamentos, comparando ocorrências de 11 de maio a 11 de junho com o mesmo período de 2010.



fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Em média 40% dos alunos reprovam no teste prático no Paraná, diz Detran

De janeiro a abril de 2011, dos 257,1 mil candidatos, 108 mil reprovaram.
Em 2010, no mesmo período, dos 128 mil alunos, 86 mil reprovaram.


Um estudo do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) revelou que de cada grupo de dez candidatos que fazem o teste prático para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), quatro reprovam. O número mostra que de janeiro a abril de 2011, dos 257,1 mil alunos que fizeram o teste, 42% reprovaram (108 mil).


No mesmo período em 2010,  quarenta por cento (86 mil) de um total de 128 mil candidatos, também reprovaram. De acordo com a psicóloga especialista em trânsito Salete Coelho Martins, um dos principais desafios para realizar os testes práticos de direção do Detran é “vencer a ansiedade”.


Martins afirma que ao fazer um diagnóstico de ansiedade excessiva é possível dar início a tratamentos específicos e com isso, gerenciar o nervosismo. “Por meio de treinamentos com técnicas de respiração, terapia comportamental e cognitiva, a pessoa pode reconhecer e controlar voluntariamente os sinais fisiológicos que surgem em resposta às situações de estresse”, finaliza.

 


Falta de preparo ou nervosismo?



fonte: http://www.globo.com/

CET de São Paulo intensificará proteção a pedestre

Motoristas que não respeitam faixa especial nas vias começam a ser multados a partir de 8 de agosto, segundo a CET
 
A CET começa a multar a partir do dia 8 de agosto os motoristas que desrespeitam pedestres na cidade de São Paulo. Leis que constam no Código de Trânsito Brasileiro, mas cujo cumprimento não é fiscalizado pelos marronzinhos, passarão a ter atenção especial dos agentes de trânsito.

As ações serão iniciadas na 1ª Zona Máxima de Proteção ao Pedestre, na região central da cidade. Quem, por exemplo, ocupar a faixa de pedestres na região vai receber multa de R$ 127,69 e 5 pontos na CNH. Ainda não há previsão para que a fiscalização comece em outros locais da cidade.

A cidade iniciou uma campanha de proteção ao pedestre no dia 11 de maio. Agentes foram espalhados em cem cruzamentos da região central da capital para dar orientações sobre as leis de trânsito que garantem segurança a quem anda a pé.

Desde o dia 31 de maio, começou a valer o gesto do pedestre. Quem precisa atravessar uma via sem faixa de pedestres deve acenar com a mão para que os motoristas parem.

Deficientes poderão ter carteira de motorista

A Justiça Federal de São Paulo determinou que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permita a habilitação de pessoas com deficiência para as categorias profissionais C, D e E. Em novembro de 2007, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão moveu ação civil pública contra o Contran, devido à inconstitucionalidade da Resolução número 51/98. Em um dos itens da resolução constava que "ao condutor de veículos adaptados será vedada a atividade remunerada", o que, para o MPF, violava os direitos das pessoas com deficiência, especialmente o direito ao trabalho.
A decisão da Justiça confirma a liminar obtida em dezembro de 2007, que ordenou que o Contran publicasse uma nova resolução para possibilitar o exercício da profissão de motorista por pessoas com deficiência que necessitassem de veículos adaptados. Após a concessão da liminar, em 2008 o Contran editou a Resolução número 267, passando a regulamentar o exame de aptidão física e mental e a avaliação psicológica também às pessoas portadoras de deficiência.


Maioria dos alunos ja sabem pilotar


Uma pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas e divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde, aponta que a maioria dos alunos que ingressam para tirar a Carteira Nacional de Habitação – CNH – aprende a dirigir sozinho, com amigos ou parentes.

 
O levantamento realizado pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde, com pacientes vítimas de acidente com motocicleta, mostra que apenas 25% dos usuários aprenderam a dirigir na auto-escola.

 
Os autodidatas são a maioria, 32,4% dos motociclistas acidentados. Quem aprendeu a dirigir com um parente, representou 19,1%, o mesmo índice de quem aprendeu com amigos.

“Quem não aprendeu a dirigir na auto-escola sabe como controlar a motocicleta, mas não aprendeu como fazer uma frenagem segura, ou manter a distância mínima necessária”, explica Julia Greve, médica fisiatra do IOT, lembrando que os princípios de direção defensiva passam a ser ignorados.

Dos participantes da pesquisa, mais da metade (55%) já havia sofrido outro acidente de trânsito. Quanto à situação no momento do acidente, 80% não considerava que a imprudência tinha sido sua.

A médica ainda revela que é importante o motociclista ter consciência de que está no veículo mais inseguro e frágil. Além de que ele deve dirigir de forma preventiva, evitando ser pego de surpresa, por exemplo, em uma fechada brusca.

CATANDUVA
Em Catanduva essa realidade não é muito diferente. De acordo com o presidente da Associação dos Centros de Formação de Condutores de Catanduva (Acefoca) – Walter Dalsin, ao menos 90% das pessoas que procuram as auto-escolas para tirarem a Carteira Nacional de Habilitação, já sabe dirigir e aprenderam com um amigo ou com parentes.

“Sem dúvida, com base na procura para tirar a CNH, 90% já sabem andar de motocicleta. Isso para aula prática acaba sendo bom, porque no percurso só há manobras, sem contar que é mais fácil dirigir carro do que motocicleta”, explica Dalsin.

O presidente da Acefoca ressalta que os poucos alunos que não sabem pilotar uma motocicleta e não possuem qualquer noção de direção, têm muito mais dificuldades.

“A pessoa precisa chegar aqui com alguma noção para andar de motocicleta. Sem qualquer habilidade fica bem difícil tirar a CNH. Afinal, a moto não tem rodinhas traseiras e o condutor precisa ter certo equilibro”, explica.

NA ADOLESCÊNCIA

Aos 17 anos, Rodrigo Taquete, 29 anos, aprendeu a pilotar uma motocicleta.

O veículo utilizado foi o de um amigo, sendo que aos 19 anos tirou sua CNH.

“Aprendi a andar de moto e esperei até os 19 anos para tirar a CNH, porque eu queria paga-lá, então com 18 eu não tinha dinheiro e com 19 eu já trabalhava”, relembra Taquete.

Na época Rodrigo, que tinha mais habilidade com automóveis, fez todas as aulas teóricas, uma aula pratica de carro e seis de moto.

Para o coordenador de informática, o fato de entrar na auto-escola já sabendo pilotar não o atrapalhou, pelo contrário, apenas ajudou.

“Eu já sabia andar de carro e moto e isso me ajudou muito. Na auto-escola temos muito pouco tempo para aprender a dirigir. Sem contar que, em minha opinião, eles estão ali para te ensinar regras e as leis de trânsito. Para aprender é só na prática mesmo”, analisa Rodrigo.

Com 33 anos, Paulo Bernadi conta que tirou sua CNH com 18 anos, porém já tinha vasto conhecimento tanto em pilotar uma motocicleta, quanto um carro.

“Eu aprendi andar na moto de amigos e no carro do pai.  Hoje vejo que não me prejudicou em nada e sim me ajudou muito”, finaliza.

FONTE: www.oregional.com.br

Paraná terá primeira autoescola só para militares do Brasil

O Paraná será o primeiro Estado do País a contar com um centro de formação de motoristas específico para pessoas com funções voltadas à segurança pública, como policiais militares, oficiais do Exército Brasileiro e do Corpo de Bombeiros. A implantação do centro segue uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e resulta de uma parceria do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) com as instituições que serão atendidas. O futuro CFC Militar deverá formar motoristas para primeira habilitação, alteração de categoria e renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Nesta segunda-feira (18), começaram as aulas para os 40 oficiais que atuarão no centro de formação, nas funções de diretor-geral, diretor de ensino, examinador de trânsito e instrutor de trânsito. Eles participam, até o dia 25 de agosto, de um curso de capacitação em quatro etapas e duração de 272 horas-aula. “O objetivo é ter uma equipe altamente qualificada, capaz de levar esses conhecimentos para a formação dos condutores que trabalham diretamente na proteção dos paranaenses”, destacou o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

“A criação do CFC Militar segue a determinação do governador Beto Richa para a capacitação profissional. Entendemos que as viaturas e veículos policiais são instrumentos de trabalho destes oficiais e que suas habilidades como motoristas são importantes para o desenvolvimento de suas funções cotidianas”, afirma o comandante-geral da PM, Marcos Theodoro Scheremeta.

Além dos conteúdos básicos, como legislação de trânsito e direção defensiva, estão programadas aulas práticas em veículos da polícia e em ambientes especiais. “Depois de habilitados, os oficiais passam, ainda, pelo curso de condutores de viaturas policiais, que é voltado especificamente para os serviços de segurança”, explica o comandante da Academia Policial do Guatupê, major Carneiro.

A turma reúne membros do comando regional da polícia em Curitiba, Região Metropolitana, Litoral, Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel. A intenção é que o CFC Militar substitua as atuais Comissões de Habilitação, que funcionam em todo o Estado, sem que haja uma uniformização dos conteúdos aplicados.

Câmeras de vídeo para exames de CNH ainda ficam em BH

Veículos utilizados em exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação em Minas Gerais poderão ser equipados com câmeras. A medida visa a impedir irregularidades e possibilita que o candidato insatisfeito com o resultado recorra da decisão. No entanto, a medida, em estudo, deve ser implementada, num primeiro momento, em Belo Horizonte.

De acordo com o delegado de Trânsito, Paulo Delladona, a instalação dos equipamentos vem sendo estudada pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG), mas não há informação de quando serão implantados oficialmente. Conforme o estudo, além das imagens, os equipamentos poderão gravar as conversas entre candidatos e examinadores dentro dos automóveis, podendo ter o material registrado durante a prova enviado automaticamente ao sistema de dados do Detran.

Para Delladona, a instalação de câmeras será mais um instrumento de segurança para avaliadores e candidatos. “De acordo com resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) 168/2004, toda prova de direção possui os quesitos que o examinador tem que seguir obrigatoriamente e, com a possibilidade da instalação de câmeras, dará tranquilidade tanto para o candidato quanto para o examinador, porque haverá como comprovar o que houve caso o candidato questione o resultado.”

Ainda não há informação a respeito do custo para a viabilização deste projeto e nem previsão de data. Entretanto, Delladona afirma que caso seja implantado, será primeiro em Belo Horizonte.

Espanhol é aprovado em exame e se torna 1º europeu a dirigir com pés

Basauri (Espanha), 18 jul (EFE).- David Rivas, um madrileno de 33 anos, foi aprovado nesta segunda-feira no exame de carteira de motorista, o que o transformou no primeiro europeu que obtém autorização para dirigir após aprender a guiar o veículo com os pés.

Rivas, que nasceu sem o braço direito e com o esquerdo muito curto e quase sem mobilidade, está 'muito contente' após ter sido aprovado no exame em sua segunda tentativa, explicou à Agência Efe José Mari Andrés, o professor da auto-escola de Basauri (norte da Espanha), que o ensinou a dirigir.

O madrileno aprendeu a dirigir em um automóvel adaptado que o permite guiar com ajuda de um comando que movimenta com o pé esquerdo, enquanto com o direito freia e acelera.
Rivas não pensava que algum dia poderia chegar a conduzir um automóvel, até que há um ano soube da existência de uma auto-escola em Basauri com veículos adaptados que são guiados com um comando no lugar do volante.

'Sempre gostei de carros, desde que era pequeno, mas não via a possibilidade (de dirigir) e José (Mari Andrés, diretor da auto-escola) me disse: 'Venha e tentaremos'', declarou David Rivas a à Efe.

Para aprender a dirigir, Rivas, que é coordenador de um centro de ligações telefônicas da Fundação Integralia, pediu uma licença de um mês em março, quando manteve uma média de dez horas quase diárias de aulas na auto-escola.

Após ser aprovado no exame teórico, em junho teve que 'convencer' a Direção Geral de Trânsito de sua capacidade de dirigir e passou por prova específica para motoristas incapacitados, na qual foi avaliado por um examinador e um médico, segundo relatou nesta segunda-feira o jovem, que o tempo todo foi incentivado por sua esposa, que é paraplégica.

Copyright (c) Agencia EFE, S.A. 2010, todos os direitos reservados

Jarbas Vasconcelos é pego com carteira vencida

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), secção Pará, Jarbas Vasconcelos, foi flagrado dirigindo com a carteira de habilitação vencida, o que segundo o Código Nacional de Trânsito configura falta gravíssima e resulta em sete pontos na carteira, além de multa de R$ 191,54. Vasconcelos foi pego em uma operação de rotina da Polícia Rodoviária Estadual na rodovia que dá acesso ao município de Salinópolis, um dos balneários mais procurados pelos veranistas nesta época do ano. A operação ocorria próxima ao município de Santarém Novo. O presidente da OAB foi parado e, constatada a irregularidade, teve a carteira de habilitação apreendida e foi multado. As informações foram confirmadas pelo comandante da Polícia Rodoviária Estadual, major Wilson Araújo.

O veículo não chegou a ser apreendido porque Jarbas Vasconcelos estava acompanhado da mulher, que dirige e está com a habilitação em dia.

Por meio da assessoria de imprensa, o presidente da OAB confirmou a infração. Disse que por ter motorista particular raramente dirige e que por isso não teria percebido que a carteira estava vencida. Segundo a assessoria, Jarbas esperava que o documento vencesse apenas em 2012.

Após passar o carro para a esposa, Jarbas seguiu viagem normalmente. (Diário do Pará)

Prontos só para as ruas calmas

Experiência é fundamental para encarar o trânsito de moto; autoescolas sugerem treino mesmo depois de conseguir a CNH

De cada quatro pilotos de motos que sofreram um acidente de trânsito,  três já tinham noções de pilotagem antes de conseguir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Essa é a conclusão de uma pesquisa divulgada nesta terça (12) pela secretaria estadual de Saúde. Mas afinal, aprender a dirigir uma moto antes de ter a CNH é algo tão ruim?

Para o presidente da Abram (Associação Brasileira de Motociclistas), Lucas Pimentel, o ideal é que o piloto aprenda a dirigir somente na autoescola.

“O  condutor da moto acaba adquirindo vícios de pilotagem, e isso aumenta as chances dele sofrer um acidente com a moto”, destacou o presidente.

Pode até ser o ideal, mas,  segundo ele mesmo destaca, aprender a dirigir na somente  na hora de tirar a carta de motorista  não é garantia de que o piloto terá habilidade no guidão. O que vale é a experiência. “O modelo de formação das autoescolas  é bom. Ensina a pilotar da forma correta. Mas a nossa recomendação é de que, após tirar a carta, a pessoa pratique  muito em uma rua sossegada”, completou Pimentel.

FORMAÇÃO
Opinião compartilhada pelos próprios  instrutores de autoescolas de Santo André  ouvidos pelo BOM DIA.
“É errado a pessoa pensar que dá para tirar a carta e logo depois pegar o trânsito . É preciso muito treino antes disso”, destacou o instrutor Everton Oliveira Felipe, 27 anos.
Nas autoescolas, os alunos fazem as aulas de moto em um circuito fechado, não em uma rua, como se faz para tirar a habilitação de carro. E raramente se ultrapassa a primeira marcha nesses circuitos.


SÓ DE DIA
Mesmo as noções básicas de pilotagem, porém, ficam prejudicadas com a falta de aulas noturnas. Apesar de serem obrigatórias por lei há mais de um ano, os instrutores destacam que elas simplesmente são ignoradas na cidade.
Autoescola alguma se arrisca a colocar motos a noite na rua. Dizem que iria beneficiar mais os ladrões do que os alunos.
MUITA ATENÇÃO“Muitas vezes a pessoa fica confiante que sabe pilotar e acaba se acidentando”
Lucas Pimentel
Presidente da Abram

MUITO treino“É preciso muito treino para pilotar no trânsito”, disse Kleber Marques, 31 anos.

ESTÁ bom“O que eu aprendi na autoescola já é suficiente”, afirmou Bruno Rodrigues, 27 anos
 
Quase 199 mil nas sete cidadesEste é o número de motocicletas  licenciadas no ABCD até junho, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). O número é maior do que de algumas capitais brasileiras, como Curitiba. A cidade paranaense tem 140 mil motos. ‘ Fiz as aulas só para o  exame’, diz motoristaHá cinco anos, o motorista Emerson Antônio Moreno, 27 anos, de Santo André, decidiu que iria aprender a pilotar uma moto. Não pensou duas vezes, e, começou às lições antes mesmo de entrar na autoescola.“Um amigo me ensinou a pilotar. Mas mesmo assim, senti que precisava fazer  algumas aulas, para poder passar, porque o exame para a carta é muito difícil. Principalmente a baliza. Você acaba ficando muito nervoso na hora”, ressaltou o motorista.

Questionado pela reportagem do BOM DIA se valeu a pena aprender a conduzir uma moto  antes da autoescola, Emerson não teve dúvidas de responder que sim.

“Se você quer pilotar, é preciso treinar na rua. Você aprende a se virar. Já   na autoescola é tudo muito básico. É mais focado no que está certo ou errado na pilotagem”, destacou.

Esse foi, aliás, o maior aprendizado de Emerson com os instrutores.   “Lá aprendi as leis de trânsito, que não podia ultrapassar pela direita, por exemplo”, completou o motorista, que utiliza  a moto para lazer e para levá-lo ao trabalho. Contrariando a pesquisa apresentada pela secretaria estadual de Saúde, ele diz nunca ter sofrido um acidente de trânsito sobre duas rodas.

fonte: http://www.redebomdia.com.br

Romário tem carteira apreendida durante blitz da Lei Seca

O ex-jogador e agora deputado federal Romário (PSB-RJ) teve a carteira de habilitação apreendida durante blitz da Operação Lei Seca, na madrugada deste domingo.

Ele foi parado na Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, quando dirigia a sua Land Rover. Romário se recusou a fazer o teste do bafômetro.
O ex-jogador terá que pagar uma multa de R$ 957,70. A sua carteira de motorista foi suspensa por cinco dias, segundo o Detran.
O Land Rover de Romário tinha a documentação em dia, mas foi retirado do local da operação por um motoristas habilitado.

fonte: http://www.jb.com.br

Falha humana é principal causa em 90% dos atropelamentos em São Paulo

Acidentes ocorrem seja por imprudência dos motoristas ou dos pedestres. Vítimas contam como sobreviveram e como lidam com a morte

O índice de mortes de pedestres em São Paulo é alto e exige atenção das autoridades de trânsito. Segundo a Companhia de Engenharia e Tráfego (CET), 90% das ocorrências tem como principal causa o fator humano. A imprudência, presente tanto no volante como nas ruas, tem sido fundamental para manter São Paulo como uma das cidades mais perigosas do País no trânsito. De um lado o pedestre se arrisca atravessando fora da faixa e "apertando o passo" nas ruas, e do outro o motorista, que simplesmente ignora a preferência do pedestre.

A combinação tem sido mortal, dizem especialistas. O iG escutou algumas vítimas do trânsito de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Os relatos dos entrevistados - tanto na posição de vítima como na de infrator - são similares. 'A passarela estava muito longe' ou 'eu estava indo logo ali' são desculpas utilizadas pelos pedestres. Do outro lado, 'eles são muito devagar' ou 'parecem que são donos da rua' são as reclamações de alguns motoristas que justificam a direção ofensiva.

Guerra civil
"A convivência entre carros e pessoas em São Paulo é tão perigosa e devastadora que toda vez que chego ao meu destino, me considero um sobrevivente. Virou uma guerra civil", diz o professor de dança de salão Luy Romero, que sofreu uma grande perda neste ano.

Warley de Souza, de 37 anos, companheiro de Luy havia 6 anos e também bailarino, foi atropelado, no dia 9 de abril, às 22h40, por carros que disputavam um racha no cruzamento da rua Capitão Pacheco e Chaves com a avenida Dianópolis, no bairro da Vila Prudente, em São Paulo.

Luy conta que o companheiro trabalhava em Santo André e, no momento do acidente, estava a poucos metros de casa. "Conversava com ele pelo celular. Ele disse que, por medo de ser assaltado, deveríamos desligar. Quando disse ?tchau?, só pude ouvir a gritaria". No momento, o bailarino, que atravessava corretamente pela faixa, havia sido atingido por um carro em alta velocidade e lançado a cinco metros do solo. Warley caiu com a cabeça no asfalto, lesão que o deixou em coma por dois meses.

A dupla, conhecida como Luy e Ally, liderava a Companhia de Dança Ally Hauss, nome artístico da vítima. Juntos se apresentavam pelo País com números de dança indiana e neotribal. Com o acidente, Luy passou a assumir compromissos do grupo pensando que "um dia ele vai retornar para assumir tudo, como deixou". Segundo ele, a total recuperação de Warley, bailarino há 19 anos, sempre foi considerada "sonho" por médicos da UTI, do Hospital Heliópolis, onde o companheiro seguia internado.

"Minha rotina mudou completamente. Tudo o que faço agora é por ele, pensando em como recebê-lo. Se for preciso ensiná-lo a dançar outra vez, eu faço", contou emocionado. O grupo já estava alcançando os palcos internacionais - com apresentações agendadas na África, Estados Unidos e Chile.

"Seria um salto em nossa carreira. A companhia está parada, todos esperamos por ele". Mas a espera acabou. No último contato do iG com Luy, com traumatismo craniano e infecções adquiridas em seu tempo internado, o professor não resistiu e morreu dia 22. ?O sonho da academia não irá morrer, nenhum agressor vai me tirar isso. Sem escolha, seguiremos sem ele?.


Sobreviventes
A analista de Recursos Humanos Tânia Mara Salini enfrentou aos 17 anos o "maior susto de sua vida", segundo ela. Hoje, sete anos após o acidente, Tânia ainda possui a cicatriz que não a deixa esquecer o dia em que ela resolveu atravessar fora da faixa de pedestres, em Jacareí, cidade do interior de São Paulo.
Em março de 2004, por volta das 17h, Tânia seguia a pé pela rodovia Nilo Máximo, estrada que segue à cidade de Santa Branca, para buscar o primo na escola. Ela conta que por ser horário de pico, por volta das 17h, o excesso de veículos possibilitava uma travessia "segura". Quando ameaçava atravessar, um caminhoneiro decidiu ?ajudá-la? fazendo sinal com o braço indicando que ela poderia cruzar a via sem medo. Ela confiou. A visão de uma Kombi vindo em sua direção, no outro sentido da rodovia, é a ultima imagem que ela se lembra.

"Confiei nele, pensando que ele tinha uma visão melhor da pista. Olhei para o lado e vi o carro. Só deu tempo de fechar os olhos e esperar". Para ela, a faixa de pedestre não era uma opção já que "estava muito longe, a uns 500 metros dali". A ousadia rendeu à analista um ombro e cotovelo fraturados. Ao todo, recebeu seis pinos no braço direito, nove pontos no ombro e dez no cotovelo.
Mesmo depois de um longo processo de recuperação, com sessões de fisioterapia e sequelas, o trauma de atravessar fora da faixa durou seis meses. "É triste, confesso que não aprendi. Cheguei a ter medo de fazer isso novamente, passava perto da rua e me arrepiava. Só que isso durou pouco, ainda abuso", confessa.

Cinco meses em cadeira de rodas
Da capital mineira, o encarregado de faturamentos, Evandro Alves dos Santos, de 29 anos, explicou à reportagem do iG como quase perdeu a vida "ganhando alguns minutos" ao atravessar a BR-040, rodovia que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro.

Ao sair do trabalho, no dia 2 de setembro de 1999, Evandro diz que viu o carro em alta velocidade, mas que "calculou mal" o tempo que levaria para cruzar a rodovia. "Não deu tempo, caí ali mesmo", conta explicando que competir com um carro que trafegava a 120km por hora não foi muito sábio.

"A gente acha que consegue calcular quanto tempo levamos para passar, mas não dá". Evandro teve fratura exposta nas duas pernas - quebrou o joelho esquerdo, tíbia e tornozelo direito.

Após duas cirurgias, foram necessários cinco meses na cadeira de rodas para total recuperação. Em Belo Horizonte, segundo ele, não há respeito com os não motorizados, pedestres ou ciclistas. "Aqui [onde não há semáforos] o pedestre fica esperando a boa vontade dos motoristas".

Após 12 anos do acidente, Evandro conta que, dentro de um carro, procura ser sensato. "Dou prioridade, porque sei que as pessoas são falhas, como eu já fui. Prefiro chegar atrasado do que correr novos riscos", afirma. Segundo ele, atravessar fora da faixa ?nunca mais?.

"Sinal aberto não é sinônimo de segurança"
A ausência de atenção no trânsito e a falta de gentileza complicam o ambiente onde carros e pedestres interagem. É o que pensa a estudante de produção cênica, Taisa Esther Echterhoff, de 19 anos. Para ela, estar dentro da lei não significa ficar segura ao caminhar nas ruas de Curitiba, no Paraná. ?Aqui sinal aberto não é sinônimo de segurança, não dá para confiar mesmo?, enfatiza.

A estudante conta que na autoescola, quando participava do processo para conseguir sua habilitação, já era alertada pelo instrutor a ter cuidado com certos cruzamentos, onde veículos motorizados constantemente ?furam? o semáforo.

O cruzamento da rua Raul Pompéia com João Dembinski, no bairro Cidade Industrial, apontado como perigoso, ficou marcado para a estudante. "O semáforo estava verde para mim, sem pensar eu fui. Um carro veio em alta velocidade e me pegou de raspão", conta Taisa relatando que, mesmo desviando, o carro atingiu seu cotovelo.

"Com o choque, dei um giro, perdi o tênis e saí cambaleando. Ele nem parou para ver se eu estava bem. Depois que me atingiu, acelerou mais ainda para fugir", conta. Após o episódio, ela diz ser outra pessoa ao entrar em seu carro. "Há o desafio em lidar com os pedestres, mas agora sou mais cautelosa. Cuido de mim e dos outros".

fonte: Carolina Garcia, iG São Paulo

E-mail circula com informações falsa sobre CNH vencida, diz Detran

Um e-mail que circula na internet de tempos em tempos traz informações falsas sobre o risco de ter a carteira de habilitação cancelada automaticamente, alerta o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A mensagem afirma que foram criadas novas regras e, se a CNH não for renovada após 30 dias de vencimento, ela será "cancelada automaticamente e o condutor será obrigado a prestar todos os exames novamente: psicotécnico, legislação e de rua, igualzinho a uma pessoa que nunca tirou carteira".

O Denatran informa que a CNH vencida pode ser renovada a qualquer momento e não é cancelada automaticamente. Mas o motorista que for pego dirigindo com o documento vencido há mais de 30 dias está sujeito a multa de R$ 191,54, sete pontos na carteira e apreensão da CNH, porque se trata de infração gravíssima.

O Denatran esclarece ainda que, para renovar a carteira de habilitação, não é necessário refazer todos os procedimentos exigidos para obtenção da primeira carteira. Para renovação da CNH comum, os exames necessários são médico e oftalmológico. Para renovar a CNH para fins de exercer atividade profissional remunerada é preciso passar pelos exames médico, oftalmológico e psicológico.

Quem tirou a CNH antes de 21 de janeiro de 1998 precisa fazer uma atualização sobre direção defensiva e primeiros socorros na primeira vez que for renovar a carteira após essa data. Os departamentos estaduais (Detrans) orientam os condutores sobre como essa atualização deve ser feita. No Rio de Janeiro, por exemplo, não há exigência que o condutor frequente aulas, mas é aplicada uma prova sobre conhecimentos desses temas. O Detran esclarece ainda que não é necessário repetir a atualização nas renovações seguintes.

A mensagem diz ainda que, para tirar novamente a carteira, o custo chega a R$ 1.200,00. Mas, o site do Detran-SP, por exemplo, informa que os valores atuais renovação da CNH são R$ 28,79 de taxa de emissão mais R$ 57,59, que é o custo do exame médico/oftalmológico.

Carga horária dos cursos

O e-mail diz ainda que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aumentou em 2009 as cargas horárias do curso teórico e das aulas práticas para obtenção da CNH. Segundo o Denatran, continuam valendo as determinações de 2004, que são de 45 horas para curso teórico e um mínimo de 20 horas de aulas práticas.

Extintor de incêndio
Por fim, a mensagem alerta para "providenciar com urgência a retirada do plástico do extintor. Mais uma regulamentação sem a devida divulgação". Segundo o e-mail, o extintor de incêndio obrigatório do carro tem que estar livre do plástico que acompanha a embalagem, caso contrário o motorista poderá ser penalizado com cinco pontos na carteira e multa de R$ 127,50. O Denatran responde que essa determinação não existe. "A resolução 157, que estabelece padrões para o uso de extintores, exige o pleno funcionamento desses dispositivos".

(Com informações do Globo.com)

Projeto prevê faróis acesos durante o dia

Proposta seria para veículos do transporte escolar e de autoescolas

O vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB) propõe que veículos do transporte escolar e de autoescolas usem os faróis acesos durante o dia. O projeto, protocolado na Câmara de Curitiba, vai ao encontro das recomendações da Polícia Rodoviária Federal e do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

O parlamentar lembra que nesse feriado de Corpus Christi, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou a campanha nacional pela diminuição dos acidentes de trânsito e mortes nas rodovias, denominada “Uma luz para a vida, acenda os faróis”. De acordo com a PRF, a campanha buscou disciplinar os motoristas, para que todos trafeguem com os faróis baixos ligados durante todo o dia.

“Há algum tempo, as polícias Militar e Rodoviária Federal sugerem que os motoristas mantenham os faróis dos veículos acesos durante o dia, com a luz baixa, nas ruas e nas estradas. A medida melhora em até 60% a visibilidade dos condutores”, argumenta.

Segundo Felipe Braga Côrtes, “os veículos que circulam durante o dia com o farol aceso se tornam mais visíveis aos demais motoristas, o que é de suma importância, já que, no caso do transporte coletivo escolar, são transportadas crianças. Ademais, a mesma preocupação recai sobre os veículos de autoescola, os quais são conduzidos por aprendizes.”

“O uso dos faróis acesos facilita a visibilidade pelos condutores que trafegam em sentido contrário, de modo que o projeto visa trazer maior segurança”, explica o vereador. Conforme estudo do Instituto de Pesquisa em Segurança Viária da Holanda (SWOV), a chance dos veículos que trafegam de dia com o farol aceso se envolverem em acidentes é 15% menor que os demais. A medida já foi adotada por outros países, como o Canadá e a Suíça.

De acordo com Felipe Braga Côrtes, o projeto, que ainda deve passar pelas comissões permanentes da Câmara de Curitiba antes de ser votado em plenário, foi baseado no Código de Trânsito Brasileiro, que prevê a competência municipal aplicar exigências para o transporte escolar.

Workshop 'Superando o medo de dirigir', de graça no Piauí, forma turma

O workshop “Superando o medo de dirigir”, oferecido de forma gratuita pela Escola Piauiense de Trânsito (EPT), formará no próximo final de semana a última turma do primeiro semestre de 2011. Desde o início do ano, o curso foi ministrado para quatro turmas, tendo 20 alunos em cada uma delas.


Durante dois dias, os participantes recebem apoio psicológico para vencer os bloqueios na condução de seus veículos. “Nosso objetivo é fazer com que essas pessoas se sintam capazes e realizadas, que realmente percam o medo do trânsito”, destacou a psicóloga Márcia Mattos, ministrante do workshop.


A procura pelo curso é feita em sua maioria por mulheres. Participam tanto pessoas que não possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e desejam tirar, quanto aquelas que possuem o documento, mas não dirigem por medo de não saber como proceder em situações diversas, como em longos engarrafamentos e ultrapassagens com veículos grandes.


O workshop será realizado neste sábado (02) e domingo (03), no auditório da Escola Piauiense de Trânsito, no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PI). A partir do mês de agosto as turmas serão retomadas. Os interessados devem fazer contato através do telefone da EPT, no número 3216-2841.

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